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domingo, 28 de outubro de 2012

FILME PIRATAS DO VALE DO SILÍCIO - "APPLE X MICROSOFT"

Para todos os apaixonados pela Informatica, não podem  deixar de assistir um filme interessante da década de 80 "Piratas da Informática". O filme conta a história de Steve Jobs e Bill Gates, os grandes criadores da Apple e da Microsof, e como tudo iniciou-se. Segue algumas imagens para compreender a história dos grandes criadores da era da Informática.
 
FILME : PIRATAS DO VALE DO SILÍCIO
Sinopse: O filme conta através das personalidades de Steve Jobs, Steve Wozniak, Bill Gates, entre outros, o desenvolvimento da história da microinformática e da popularização dos computadores. Mostra algo sobre a luta de alguns estudantes contra o domínio da produção de computadores por grandes empresas e também faz uma abordagem a cerca das primeiras reações culturais a esse processo de popularização.Steve Jobs é um garoto hippie e contestador, que vai a passeatas na universidade, toma LSD e tem inspirações messiânicas. Toda essa fúria vem do sofrimento: Jobs chora, faz terapia e não se conforma com o sumiço da mãe biológica. A namorada de Jobs fica grávida, e ele não quer assumir a criança. Mas acaba exigindo escolher o nome da filha – Lisa, mesmo nome que deu, em 1978, ao antecessor do Macintosh.Bill Gates é o completo oposto. Faz coleção de revistas Playboy e gosta de beber cerveja jogando pôquer com seus amigos Paul Allen e Steve Ballmer.No início dos anos setenta, os computadores, chamados de mainframes, eram de grande porte e ocupavam grandes espaços. Embora não houvesse computadores pessoais como os que tão comumente encontramos hoje, existia um público ansioso por poder usufruir dessa tecnologia. Alguns apaixonados pela eletrônica começaram a desenvolver protótipos de circuitos que poderiam ser microcomputadores. Entre eles, podemos mencionar os nomes de Steve Jobs e Steve Wozniak, que juntos desenvolveram uma espécie de primeiro computador pessoal como resultado de intensos trabalhos numa garagem. Eles deram o nome a esse protótipo de Apple.Com o sucesso do modelo, eles decidiram fundar uma empresa para aprimorar o microcomputador Apple e em 1977, surgiu a Apple Computer.No lançamento do Apple II em 1977 numa pequena feira de informática, Bill Gates, até então desconhecido, é esnobado por Steve Jobs. A partir deste momento ele resolve destruir a Apple.As grandes empresas como IBM, Xerox e outras não acreditavam na popularização dos computadores pessoais e nessa época não se interessaram pelo investimento. Mais logo perceberam o que estavam perdendo e começaram a retomada do tempo perdido na busca de produzir melhores computadores que a Apple Computer, que fechou a década como uma das melhores.Em 1980, a IBM decidiu entrar no setor e queria fabricar um microcomputador que superasse o Apple II da Apple. A empresa criou o hardware do computador, os circuitos lógicos em si, porém deveria haver um sistema operacional para que ele e os programas pudessem funcionar. Contratou então uma outra empresa, a Microsoft para criar um sistema operacional que fosse compatível com o seu projeto.Precisamente nesse ponto, entra na história a figura daquele que se tornaria um dos homens mais ricos de todos os tempos, Bill Gates. Ele comprou, por 50 mil dólares, os direitos de um sistema operacional quase pronto, que não tinha muito poder de processamento e nem muita memória, desenvolvido por outros universitários e fazendo algumas modificações, entregou-o para a IBM, que por sua vez lançou o IBM PC em 1981.Em um centro de pesquisa da Xerox, a APPLE é instrumentalizada com mecanismos que facilitam o uso dos computadores pelas pessoas. A partir disto a Apple cria o Macintosh e o Lisa, dois projetos com interface gráfica. É assim que surge a interface gráfica, ícones que através do mouse guiam à seleção e execução de tarefas.Mas, uma cartada de Bill Gates define a liderança da IBM e da Microsoft no mercado de computadores. Com muita malícia, ele fecha um contrato para fornecer programas para o Macintosh. Quando Jobs percebe, Bill já roubou sua tecnologia e criou o Windows – uma cópia deslavada do Macintosh.O filme termina com a Apple se rendendo, em 1997, a Bill Gates – coisa que realmente aconteceu.





 
     

domingo, 30 de setembro de 2012

"AS ÁRVORES"

O trabalho para o desenvolvimento de uma releitura de algum tipo de gravura, foi solicitado como trabalho adêmico na matéria de Processos de Veiculação da Imagem. A princípio várias imagens vieram à imaginação como algo que tivesse um parecer comigo, e o que notei foi que as imagens escolhidas eram da natureza.
Foi escolhida uma gravura de àrvore com a medida Med.: L98 H78cm. Esta gravura encontra-se a venda na loja da Secrets de Famille  que oferece ao mercado a "art de vivre française
Mas ao visitar o Catavento Cultural, uma àrvore que está localizada na entrada do Museu chamou minha atenção. A árvore remete a imagem de ter passado por muitos momentos, mudanças e histórias do local. Desta forma, tentei encontrar uma gravura que tivesse a mesma idéia ao olhar. As formas de compreender a imagem podem ser muitas, mas a idéia se sentir pode ser de inúmeras formas, dependendo do seu olhar.

Medida: L98 H78cm







 

NATUREZA MORTA "PABLO PICASSO" E "0 FILHO DO HOMEM" - DE RENÉ MAGRITTE"

O Pintor: Pablo Picasso, nasceu na cidade de Málaga, região da Espanha, recebeu o nome completo de Pablo Diego José Francisco de Paula Juan Nepomuceno María de los Remedios Cipriano dew La Santísima Trindade Ruiz Blasco.
 
Na infância os desenhos de Picasso representavam cenas de touradas.
Iniciou seus estudos na Faculdade de Belas-Artes na Corunha. Em 1895, na cidade de Barcelona iniciou sua carreira de pintor. Na época de 1897, com o seu talento artístico, obteve uma menção honrosa em ciências. Sua primeira obra, preservada, era um óleo sobre madeira, pintada aos oito anos, chamada “O Toureiro”. Picasso conservou esse trabalho por toda a sua vida, levando-o consigo sempre que mudava de casa. Anos mais tarde pintou outro quadro semelhante. A morte da mulher destacada e fútil. Este quadro é uma expressão injuriosa da sua relação com a mulher.
A partir das ideias e técnicas aplicadas nas obras de Pablo Picasso, tive que fazer uma releitura de uma de suas obras. A escolhida foi uma de suas obras da “Natureza Morta”. Fazer a releitura de sua obra foi tentar chegar próximo ao olhar e envolver-se para atingir a proximidade da obra deste grande pintor.
Naturesa morta: Natureza-morta é um gênero da pintura e fotografia em que se representa seres inanimados, como frutas, flores, livros, taças de vidro, garrafas, jarras de metal, porcelanas, dentre outros objetos. O termo natureza-morta se refere a arte de pintar,desenhar, fotografar composições deste gênero.


 


Outro pintor que decidi fazer a releitura de uma de suas obras foi René Magritte, com a obra "O Filho do homem" de 1964.
 
René François Ghislain Magritte nasceu em 21 de novembro de 1898, Bélgica. Trabalhou inicialmente como projetista de papeis de parede e anúncios de moda. Sempre permaneceu fiel ao surrealismo - influenciado por De Chirico em 1925. A exceção foi por pouco tempo quando trabalhou, inicialmente com o estilo cubista-futurista. Estudou entre 1916 e 1918 na Académie Royale des Beaux-Artes em Bruxelas onde desenvolveu-se a maior parte de sua vida, apenas nos anos 1927/1930 viveu em Paris. Um dos grandes artistas do movimento surrealista, e o principal deles na Bélgica. Freqüentou o Círculo Surrealista, que incluiu Jean Arp, André Bretão, Salvador Dalí, Paul Eluard, e Joan Miró. Em 1928 Magritte tomou parte na exposição surrealista no Galerie Goemans em Paris.

Magritte diferenciou-se dos demais pois quebrara a exploração da arte pelo inconsciente, e optou pela distorção da realidade. Mudava a ordem dos objetos, criava novas figuras. Dizia que o mistério de suas obras estaria exatamente na ausência de sentido.
Por sua enorme imaginação, a clareza de seus efeitos, seu dom humorístico, Magritte foi um dos poucos pintores surrealistas de inspiração natural. Como tantos outros surrealistas, Magritte dizia que não se devia buscar nenhuma significação metafórica em suas obras, que o mistério estaria exatamente na ausência de sentido:
'Minhas pinturas são imagens visíveis que não dissimulam nada: elas evocam mistério, e, de fato, quando alguém vê algum de meus quadros, pode fazer esta simples pergunta: O que isso quer significar?'

 
    "O Filho do Homem" René Magritte - 1964
     Óleo Sobre tela - Medida: 116 x 89 cm

Releitura
 

"A HISTÓRIA DO CARTAZ"

Cartaz

Pode dizer-se que a história do cartaz é coincidente com a própria história do Homem. A sua evolução reflete com rigor a tecnologia, a estética e o pensamento de cada época. Sabe-se, por exemplo, que os primeiros exemplares da história tiveram a pedra como suporte, em cujas superfícies eram esculpidas as mensagens imanadas pelo poder. Com o aparecimento do pergaminho e do papiro efetiva-se a sua portabilidade. Mas, será o papel, inventado pelos chineses, que lhe confere, séculos mais tarde, um estatuto de grande difusão. A redescoberta da imprensa móvel, por Gutenberg, em meados de quatrocentos, e a descoberta da litografia, em 1796, por Aloys Senefelde, são dois marcos indeléveis na história do cartaz. Estavam, pois, criadas as condições para que evoluísse e atingisse o estatuto de grande e, por vezes, único media.
O cartaz tem suas raízes no renascimento. "O primeiro cartaz conhecido é de Saint-Flour, de 1454, feito em manuscrito, sem imagens" (CESAR, 2001). Mas é a partir do uso da técnica da litografia, na segunda metade do século XIX, que o cartaz passa a ter uma estrutura reconhecível como peça de publicidade. Jules Chéret e Alphonse Mucha, na França, ou J. H. Bufford e Louis Prang, nos Estados Unidos, foram grandes designers gráficos que se dedicaram especialmente aos cartazes e tiveram um papel importante no seu desenvolvimento. Nessa época artistas plásticos de renome se dedicaram ao cartaz, como Toulouse-Lautrec entre outros.


 
No século XX o cartaz teve um papel importante no design moderno. O design russo foi influente na evolução do cartaz europeu moderno e na escola de design alemã, a Bauhaus. O cartaz russo se caracterizou pelo envolvimento com as vanguardas artísticas e a propaganda do governo soviético.
Os cartazes construtivistas do designer El Lissitzky são bons exemplos das mudanças estéticas da época, com o uso de formas geométricas, cores puras (como o vermelho e o preto), tipografia sem serifa e de montagens fotográficas.
Das vanguardas europeias à desconstrução pós-modernista o cartaz manteve uma renovação constante, sobrevivendo ao surgimento de novas mídias, como a televisão no pós-guerra.
Valentino (1886) de Jules Chéret terá sido o primeiro cartaz impresso. O autor, considerado o pai do cartaz moderno, deixou uma vasta obra. O caso presente indicia o elevado carácter dinâmico da sua obra: o palhaço e as raparigas parecem saltar para fora do cartaz, efeito que acentua a inscrição curvada e nos sugere um cartaz tridimensional.
Champfleury - Les Chats (1896), cartaz de Edouard Manet. Completamente à margem da corrente dominante da época, esta obra é o prelúdio do cartaz dos nossos dias: grande enfoque no motivo principal a comunica, redução dos detalhes ao mínimo e integração de texto e imagem, resultando numa obra de fácil leitura.


 
Adriano Ramos Pinto (1859-1927) fundou a Casa Ramos Pinto com 21 anos. Desde cedo fez notar que a imagem é imprescindível para o sucesso empresarial (lembre-mo-nos que estamos no séc. XlX). Encomendou vários trabalhos (cartazes) a alguns dos mais famosos cartezistas da época.

"OLHAR DAS FORMAS GEOMÉTRICAS"

 
Para um trabalho de disciplica Acadêmica de Portfólio, foi selecionada algumas fotos, sendo o título "OLHAR DAS FORMAS GEOMÉTRICAS". O trabalho foi desenvolvido na cidade de São Paulo, onde a maior busca foi encontrar uma forma que através do olhar trouxe-se um diferencial nas formas do cenário da cidade. O trabalho traz algumas fotos trabalhadas no Photoshop, onde duas imagens unem-se para trazer uma idéia diferente.
Um dos locais escolhidos para ser fotografado foi o "Catavento Cultural", que traz em suas instalações formas e cenários geométricos descontraidos e inteligentes de serem observados.
A idéia de principio era apenas escolher algumas fotos que pudessem mostrar cenários que ao dia a dia é impercebível aos transeuntes, seja de um Museu Cultural ou de uma Estação de Metrô.
Para uma estudante de fotografia, o olhar muda a cada minuto, a cada segundo e traz novas formar de se notar o que está a sua frente.